Por que participar de uma Empresa Júnior?

Atualizado: 9 de Set de 2019


A estrutura organizacional e os benefícios adquiridos por quem participa de uma Empresa Júnior são desconhecido por muitos estudantes de graduação. Em alguns casos, deixa-se de participar ou conhecer seu funcionamento por achar que essa experiência não será tão proveitosa para o mercado de trabalho. Entretanto, para aqueles que fazem ou fizeram parte desse movimento, a opinião torna-se contrária.

Além de colocar em prática os conteúdos vistos em sala de aula, fazer parte de uma empresa gerida por estudantes tem por objetivo desenvolver seus membros em diversas áreas, por meio de capacitações, vivência empresarial e experiências desafiadoras. Grande parte dessas situações ajuda o membro a estar mais preparado para enfrentar o mercado de trabalho, como, por exemplo, passar por um processo seletivo, o que é necessário para ingressar na maioria das empresas seniores. Outras qualidades que um bom profissional necessita (e a experiência em uma EJ pode proporcionar) é a capacidade de trabalhar em grupo, a proatividade e o espírito de liderança.

Com o intuito de entender mais como a vivência de empresário júnior pode influenciar em futuras experiências profissionais, conversamos com alguns ex-membros da Equilíbrio para saber quais foram as mudanças provocadas na suas vidas após a passagem pela empresa. Ao decorrer dos relatos, pode-se perceber que a participação na empresa foi um grande diferencial na hora de ingressar no mercado de trabalho: “A experiência que eu tive na Equilíbrio me mostrou áreas que antes de entrar eu nem sabia que gostava, ao mesmo tempo em que ia me desenvolvendo”, afirmou o pós-júnior Rafael Kunst. Já Guilherme Mores, que foi o primeiro Vice-Presidente da empresa e atualmente é especialista em regulamentação da aviação civil da ANAC, relatou que esse tipo de experiência foi muito importante em sua carreira, tanto por aprender a encarar desafios e a melhorar suas competência, quanto pelo peso que o mercado atribui à participação em uma Empresa Júnior. Quem compartilha da mesma opinião é Bruna Metz, ex Diretora de Marketing: “A Equilíbrio me ajudou em diversos aspectos no momento de inserção no mercado de trabalho. Desde o momento da entrevista de estágio, em que o trabalho anterior em uma Empresa Júnior tem um peso muito grande, até as resoluções de problemas, muito comuns na Empresa Júnior, e que enfrentamos diariamente em qualquer área que formos trabalhar no futuro”. Ela também complementa dizendo que a participação na empresa fez com que adquirisse conhecimentos em dois setores, projetos e marketing, podendo usá-los depois no estágio na DELL e também que poderá utilizá-los caso venha a abrir sua própria empresa.

Para Guilherme Mendes, que trabalha atualmente na Moinhos Investimentos, sua participação na Equilíbrio envolveu uma constante superação de desafios em um ambiente empreendedor que o fez colocar em prática os conhecimentos da faculdade. Érico Lorenz, presidente em 2016/2 da empresa e que trabalha hoje em uma startup junto com Gustavo de Quadros, também ex-membro, ressaltou que “o networking é a melhor coisa que se extrai da Equilíbrio. Muitos dos meus melhores amigos e das pessoas em que eu confio vieram da EJ”. Ele ainda acrescentou que o trabalho em equipe, o profissionalismo e a habilidade da comunicação foram alguns de seus maiores aprendizados. Segundo Alice Lacerda, trainee na EY, entrar em uma empresa júnior foi sua primeira experiência profissional durante a graduação e, por meio dela pode desenvolver seu conhecimento tanto em metodologias de projetos quanto em ferramentas de trabalho. Porém, o mais importante para Alice foi poder desenvolver características pessoais como comunicação e habilidade de trabalhar em equipe.

Carlos Marques, estagiário na DLL, afirmou que “a Equilíbrio, mais do que conhecimento profissional, me deu vivência profissional, pois fui gerido por outros alunos, tive que gerir uma equipe e, além de tudo isso, motivar cada membro que nela estava.” Sobre o seu ingresso no mercado de trabalho, Carlos não teve dúvidas de que o seu passado na empresa foi muito importante: “No meu primeiro estágio, ter uma EJ já fez a diferença, pois quem conhece a cultura de uma EJ sabe que quem dela participa tem algumas características básicas como proatividade, sede de conhecimento e ideias novas”. Para outros ex-membros, além do aprendizado de como funciona a estrutura organizacional de uma empresa, uma das experiências mais valiosas que se desenvolve durante a passagem pela Equilíbrio é o relacionamento com pessoas: “Saber lidar e se comunicar com gente diferente de ti é um dos maiores desafios da vida profissional. É algo que as empresas procuram muito, mas que a faculdade não ensina”, completa Ana Laura Oliveira, estagiária na empresa DLL e ex Diretora de Gestão de Pessoas.

#Júnior

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